Ti ho visto tanto tempo fa... ed ancora provo a ricordare i colori del tuo viso, la luce che disegna i tuoi pensieri. La tua città è cosi bella, la simplicità della tua giornata sembra qualcosa che desidero proprio, l'amore che ti guarda sulla porta aperta... ma dai! Perché non sorridi? Perché non pensi che puoi essere quello bambino pieno delle storie più interessanti... che il canto triste della tua chitarra ti diventa così forte, così bene... pronto per tutto quello che sempre ti faranno sentire? Forse perchè ogni notte sogni prima di chiudere gli occhi - prima di dormire.
Esse blog é destinado a compartilhar viagens literárias, e está aberto a seres humanos e afins... Divirtam-se!
terça-feira, 27 de agosto de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
Dreamy
I seem to like everything that looks strange at first and has great potential to take me in tidal waves afterwards...
"Hey beauty
You move me
Cross battlefields and nurse the brave
Leave a kiss take my breath away
When I see you
House falling
Great dawning
Come crawling
When I see you in this low lying dreamy western town
When I see yoooooou (aaaaah)
Cross your heart and follow through
Dare to make a dream come true
Dare to make a dream come true"
"Hey beauty
You move me
Cross battlefields and nurse the brave
Leave a kiss take my breath away
When I see you
House falling
Great dawning
Come crawling
When I see you in this low lying dreamy western town
When I see yoooooou (aaaaah)
Cross your heart and follow through
Dare to make a dream come true
Dare to make a dream come true"
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Trem azul
Lembro-me de quando você me dizia em sonho que não sabia o que dizer, buscando o frescor de minha alma com o calor do seu olhar, às voltas com pensamentos que te tomavam as mãos, que te tampavam a boca e punham-se à frente dos seus bem aventurados planos; pensares que dobravam o compasso do seu coração. Lembro-me com a ternura que era raiva, brisas tênues a virarem nossas páginas, delírios e realidades a se abraçarem, em conformidade com tudo aquilo que nos espera. Eu corria de braços abertos e te dizia para não se arrepender; trocávamos as pernas enquanto o tempo passava sem se aperceber das horas que morriam para que outras pudessem nascer toda manhã. Minhas rosas se despiram e se vestiram para o mesmo sol por tantas vezes... tempo que vira distância em viveres comuns. Alguns sois depois, sem cerimônia ou belas desculpas, seus pés ainda teimam em caminhar por estradas tortas da vida, a sentir com desconforto coleções de empoeiradas memórias, gritos de Pare, Passe, Espere, Não (se com) prometa. Clichês pulsantes o fazem voltar, ainda que às custas do seu fugaz desassossego; em sonhos você suplica em silêncio que eu o ame, que eu o perdoe, que derrame pela sua solidão pétalas macias e perfumadas de afeto... flores que não me habitam mais. Você o sabe. Primeiro seus olhos se fecham; seus lábios ensaiam um beijo sincero e você logo o guarda entre as mãos. Esquenta-o perto do peito, faz uma prece e lança-o ao vento, à nossa própria sorte, a um mar de soluços e dádivas, dores e aventuranças que vai e vem, vai e vem, sempre a embalar o que há de mais incerto em cada um de nós.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Foggy eyes
Não faz muito tempo eu me perguntei por que é que temos que ser assim tão despreparados. Reclamo do meu prazo contado para finalizar uma pesquisa de mestrado que eu tive que elaborar sozinha, cultivar sozinha, coletando dados sem saber como se coleta dados ou que dados são esses que eu tenho que coletar afinal, sem entender direito o teor de uma pesquisa qualitativa que conta com 40 respondentes, uma professora e várias vidas repletas de histórias, preconceitos, trejeitos copiados de alguém bem mais seguro e menos especial; dias longos, noites curtas e vidas estranhas, sem pequenas felicidades ou grandes objetivos - mas não é esse o fio que nos une em alguma curva da estrada? Caímos nesse mundo de paraquedas e logo aprendemos a diferença entre o aceitável, o desejável e o muito importante, e por tantas vezes queremos sem poder, e tentamos buscar a razão no meio de um tiroteio de opiniões e expectativas de pessoas bem mais seguras e menos especiais. Como é que não ser perfeita pode soar tão mal assim? Penso nas coisas que não vimos; nas coisas que vimos sem querer e depois quisemos apagar; nas coisas que não dá pra esquecer ou transformar ou compartilhar pra doer menos, driblar a vida um pouco mais... Cutuco aquele velho problema sem perder a graça, sem achar que estou velha demais ou careta demais para tirá-lo da gaveta once again. Já não faço piada e nem minto pra mim mesma - a versão dos fatos sempre vai ser muito minha, e por algum motivo fui coagida a achar isso errado a vida toda. O grande lance é que enquanto eu acreditar no meu bom senso, haverá sempre um divisor de águas bastante pessoal entre o viável e o efêmero. Impossível talvez - impassível jamais!
http://www.youtube.com/watch?v=8YiWF5RULIc
"Keep your eyes shut and live your life
Someone else will pay the price
Open-up your eyes and speak your mind
Leave your youth far behind
Foggy eyes lookin' at their friends
Wondering what's to become of them
Think about the way it used to be
Foggy eyes, why can't you see?
I tried to tell you that it was okay that
You were gonna go away
You're like the people that are never real
Like the foggy eyes walking down my street
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
Foggy eyes at home in a box of pain
Look in the mirror and travel far away
The world they see is enough to make you cry
Foggy eyes, say goodbye to love
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
There's things we want each other to be
I'm sorry that you think you're not important to me
I don't know why we make each other cry
Don't know why we all got foggy eyes
I think about all the things I never do
How I'm such a disappointment to you
'Cause I wanna play with you
I wanna get away from you
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
Foggy eyes, going bang bang bang bang"
Someone else will pay the price
Open-up your eyes and speak your mind
Leave your youth far behind
Foggy eyes lookin' at their friends
Wondering what's to become of them
Think about the way it used to be
Foggy eyes, why can't you see?
I tried to tell you that it was okay that
You were gonna go away
You're like the people that are never real
Like the foggy eyes walking down my street
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
Foggy eyes at home in a box of pain
Look in the mirror and travel far away
The world they see is enough to make you cry
Foggy eyes, say goodbye to love
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
There's things we want each other to be
I'm sorry that you think you're not important to me
I don't know why we make each other cry
Don't know why we all got foggy eyes
I think about all the things I never do
How I'm such a disappointment to you
'Cause I wanna play with you
I wanna get away from you
Foggy eyes, lookin' at foggy eyes
Foggy eyes, going bang bang bang
Foggy eyes, going bang bang bang bang"
quarta-feira, 31 de julho de 2013
May the light come in!
Uma das coisas mais lindas que eu já vi nos últimos tempos:
http://www.youtube.com/watch?v=LJIWbd9_4Is
E se você acha que está apto a ensinar QUALQUER coisa, lembre-se da mensagem acima...
CULTURA MUDA TUDO!!!
http://www.youtube.com/watch?v=LJIWbd9_4Is
E se você acha que está apto a ensinar QUALQUER coisa, lembre-se da mensagem acima...
CULTURA MUDA TUDO!!!
terça-feira, 30 de julho de 2013
Esse cara
"
O que era sonho se tornou realidade
De pouco em pouco a gente foi erguendo o nosso próprio trem,
Nossa Jerusalém,
Nosso mundo, nosso carrossel
Vai e vem vai
E não para nunca mais
De tanto não parar a gente chegou lá
Do outro lado da montanha onde tudo começou
Quando sua voz falou:
Pra onde você quiser eu vou
Largo tudo
...
"
http://www.youtube.com/watch?v=Bpfw47x5a90
O que era sonho se tornou realidade
De pouco em pouco a gente foi erguendo o nosso próprio trem,
Nossa Jerusalém,
Nosso mundo, nosso carrossel
Vai e vem vai
E não para nunca mais
De tanto não parar a gente chegou lá
Do outro lado da montanha onde tudo começou
Quando sua voz falou:
Pra onde você quiser eu vou
Largo tudo
...
"
http://www.youtube.com/watch?v=Bpfw47x5a90
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Welcome to dois mil e GALO
Poderia começar essa postagem falando da fantástica campanha do MEU time, sim, MEU time - na alegria e na tristeza, na saúde e na doença - desde a disputa do brasileiro. Poderia fazer uma análise cronológica de cada partida, de quem fez os gols, de quem fez bonito, mas isso vocês já sabem, e isso já tem muito profissional fazendo pra nós com destreza. Poderia também elogiar a torcida, que acreditou até o último minuto, que sempre acredita, mas o Brasil inteiro sabe que ser atleticano vai muito além de assistir a um jogo e vestir a camisa um dia depois da vitória - basta dizer que o SAMU ficou bem atarefado durante essa Libertadores, só mesmo para servir de exemplo.
Prefiro levar vocês à porta do Mineirão no dia 24 de julho de 2013. Dia tenso para os atleticanos, que precisavam de dois gols de diferença para irem para as prorrogações e possivelmente - ou melhor, provavelmente, porque é do Galo que nós estamos falando - chegarem aos pênaltis. Não vou nem entrar no mérito dos torcedores de certos times, que só tiram a camisa do armário quando o time ganha, que só vão ao estádio quando a partida já está ganha. No dia 24 de julho de 2013, os atleticanos novamente lotaram as ruas, o campo, os ônibus e os carros a caminho do Mineirão, ainda que não tivesse mais jeito de comprar o ingresso. Às oito da noite já estávamos lá: eu, meu primo Bruno e seu enteado João Pedro, em frente ao Mineirão junto com um corredor de pessoas que, assim como nós, acreditavam e gritavam para mostrar a sua força. Depois das lágrimas a cada fim de jogo, aguardávamos a final da Libertadores com uma mistura de medo e certeza de que, se dependesse da torcida, a vitória seria certa. Todas aquelas pessoas acreditavam, e sentir aquela energia foi talvez a mais poderosa das sensações que já experimentei. Não havia classe social, raça, preferências sexuais ou políticas naquele momento, apenas uma multidão que se ajoelhava no chão e, de posse dos seus patuás, pedia a Deus e a todos os santos por pelo menos um gol no primeiro tempo. Começamos ouvindo o jogo no bar do Peixe, mas ouvir um jogo sem ver pode ser desesperador, acreditem. Resolvemos tentar encontrar uma televisão lá pelas tantas, a ansiedade era muita. Achamos um galpão na Abrahão Caram, onde os peões tinham dado uma trégua no serviço e se espremiam junto a uma TV de 14 polegadas. O gol não saiu.
Coração apertado, fomos comer um sanduíche, sem saber qual seria o desfecho daquela noite. Sem saber, nunca sem acreditar. Perguntei ao meu primo Bruno: você ainda acredita? Ele me olhou no fundo dos olhos e disse: Érika, eu sou atleticano. Eu acredito até o último minuto. Ganhando ou perdendo, eu SEMPRE vou estar aqui pelo meu time, sempre vou ter orgulho de ser atleticano. Precisava daquelas palavras. Ainda com meu sanduíche na mão, decidi que deveríamos ir andando até o posto em frente ao Mineirão - chegando lá, o primeiro gol. Tudo o que eu conseguia fazer era chorar e abraçar minha bandeira, e beijar o escudo na minha camisa repetidas vezes, e pensar "É isso - a gente vai ganhar esse negócio". Como todo atleticano que se preza, entendi que para o Galo ganhar não poderia assistir nem ouvir o jogo, e deveria permanecer no mesmo lugar onde ficamos sabendo do primeiro gol. Assim ficamos, de pé em frente ao Mineirão, olhando praquele caldeirão e esperando ele ferver, esperando a sopa de pônei ficar pronta.
O tempo passou e o segundo gol não saía. Perguntei a um cara do meu lado sobre o tempo de jogo e ele falou 39 minutos. Putz! Ocorreu-me que estar ali não seria uma boa ideia se o Galo não ganhasse, e combinamos de ficar ali, na mesma posição, por mais cinco minutos. O posto em frente ao Mineirão tinha sido fechado com grades para que só pessoas que pagassem uma consumação mínima pudessem ficar lá dentro, mas depois de duas brigas entre atleticanos antes mesmo do início do jogo, achamos melhor sair de lá - foi exatamente quando a Galoucura invadiu, com suas caras nada boas e seu jeito de poucos amigos. Seria feio, tinha muita gente lá, muito choro, expectativa - mas ao mesmo tempo sabia que íamos acabar ficando lá até o último apito. Aos 43, o segundo. A galera pirou!!!!! Os torcedores corriam desesperados pela rua, abraçavam outros torcedores que jamais abraçariam em outra circunstância - playboys, marginais, gays, coxinhas, caipiras, patricinhas, periguetes, funkeiras, rappers, gente como eu, que chorava como criança e agradecia a Deus sem parar porque não conseguia fazer outra coisa.
Depois da última cobrança de pênalti dos cavalos paraguaios, ninguém conteve a emoção - a gente era campeão da Libertadores, campeão da Liberadores, campeão da Libertadores!!!!!! A torcida invadiu o estádio e o Mineirão ficou pequeno pra nós. Fomos embora ouvindo a Itatiaia, chegamos em casa e ligamos a TV pra ver os melhores momentos, as análises técnicas, e eu só fiquei pensando no "Muito obrigado - o time todo" que ecoou dentro daquele caldeirão mágico. Tendenciosa ou não, preciso deixar meu muito obrigada especial a meu herói RG, o cara que acreditou no Galo e que fez com que todos os jogadores, a comissão técnica e TODA a torcida acreditassem também. E bem lembrado, Lelé: São Vitor não é desse mundo, e salvou o nosso time - ainda que agradecer a santo seja sempre clichê ;) Nós somos do Clube Atlético Mineiro - jogamos com muita raça e amor - vibramos com alegria nas vitórias - e é isso que nos define enquanto atleticanos. Vibra, Galo, vibra - faz tremer essa cidade, esse país, que essa vitória é nossa! E a quem não acreditava ou não acreditou, lembrem-se sempre: YES, WE C.A.M.
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